quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Desculpe a demora...

Então amigos, desculpem-me por não ter postado nada até agora, mas compromissos inadiáveis assim o determinaram. Mas vamos lá, antes tarde do que nunca. Primeiro quero agradecer a repercussão da minha nota de ontem a noite sobre a exoneração do representante de Foz, Faisal Saleh, da Secretaria Estadual de Turismo e a nomeação de uma pessoa alheia à atividade turística e à cidade de Foz do Iguaçu, numa flagrante e pública quebra de promessa de campanha.

Não voltarei ao assunto, pois já disse o que queria dizer e penso ter sido suficientemente claro a este respeito.

De resto, hoje tive a oportunidade de conversar com muita gente e chegar a uma conclusão, empírica é bem verdade, pois é fruto do que observei nas conversas, mas a conclusão é que de fato temos um novo eleitor, aquele que pergunta na cara do candidato, sobre suas propostas e a que veio.

Isto talvez seja, ao menos pela minha ótica, a grande e boa novidade destas eleições. É um sintoma da minha e da nossa esperança no triunfo do voto consciente, se não nestas na sua totalidade ainda, que seja ao menos no conceito que começa a ser entendido e aplicado.

Uma Câmara de Vereadores tem a nossa cara. Criticá-la é uma forma dolorosa de autocritica. Se não pensarmos bem, teremos o fruto de nosso descaso nos representando. Nada é de graça, muito menos churrascos de campanha...

Vote consciente!



terça-feira, 14 de agosto de 2012

Caro governador, lamento...

Caro Governador Beto Richa, tenha a santa paciência, como você nomeia um cidadão, como secretário interino de turismo, que deve ser competente e probo, não discuto isto, mas cuja experiência se resume a ter sido diretor-geral da secretaria de Emprego e Relações de Trabalho? E pior, era ou é, sei lá, o atual presidente da Paraná Turismo, e se for por que está lá?

Caro governador, lamento dizer isto, mas que vergonha, que descaso com Foz do Iguaçu e com os profissionais da área! Se ninguém tem coragem de falar, eu falo, isto é um absurdo vergonhoso, todos falam a boca pequena e na hora afinam, pois bem, aí está, com todo o respeito que tenho por você, o  que eu e muita gente pensa e não fala.

Lamento por você Beto, com quem estive por inúmeras vezes durante a sua campanha e a quem ajudei e muito. Lamento que você não ouça os companheiros que lhe são, ou foram fiéis! Desejo que tenha sucesso sempre, como sempre o desejei, mas lamento!



Deus e o diabo na terra da política

O exagero é da campanha. Aliás, o exagero é a nota dominante da política. Não se faz política, e principalmente em períodos eleitorais, sem exageros, sem superlativos grandiloquentes.  

A coisa funciona assim; o meu candidato só não foi canonizado ainda por duas razões: porque não morreu e porque a burocracia do Vaticano é mais lenta do que a do governo, não fosse por isto, já o teria sido, pelo seu impressionante espírito público, amor às criancinhas carentes, desprendimento total das coisas materiais e profunda dedicação ao social, etc., etc...

Já o adversário do meu candidato é um demônio que só está vivendo entre nós, por um lamentável descuido de Deus, que normalmente é atento a estes absurdos. Seu objetivo é somente desgraçar e infelicitar a todos que cometerem o pecado de nele votar. As chamas do inferno esperam o meu adversário e seus colaboradores avidamente, e seu houver justiça, não só perderá a eleição com também descerá até a morada de seu mentor...

É meus amigos, quem acompanha as redes sociais de espírito desarmado, não pode deixar de rir com os debates acalorados e apaixonados que giram em torno destas duas posições, tão peculiares, para ficar só nisto.

Por isso, mais uma vez, pense, avalie, estude as propostas, verifique credibilidade, conheça as funções de um vereador e de um prefeito e vote informado do que realmente é importante, vote consciente sempre!



A gestão das vaidades

Vejam só que curioso amigos, tenho escutado muitas queixas sobre a fogueira de vaidades que arde no interior das campanhas, isto é, entre o pessoal ligado diretamente a um ou outro candidato. E o mais engraçado é que alguns parecem se espantar com este fato. 

Ora, é ingenuidade supor que em uma “empresa”, na falta de uma denominação melhor, que é constituída com sócios, que em vários casos, entraram quase que no encerrar do prazo para registro e constituição, e que trouxeram consigo suas próprias equipes, e que tem que trabalhar juntos em prol de um objetivo de curto prazo, que é a eleição, não existam conflitos.

Estranho seria que não houvesse, seria preocupante e poderia denotar até desinteresse e falta de confiança no atingimento do objetivo proposto. Existem vaidades em qualquer lugar, até dentro de uma família pequena, como não haveria em uma campanha? A sabedoria, se é que se possa dizer assim, estaria na gestão destas vaidades, em transformá-las em energia produtiva voltada para o objetivo comum. Ignorá-las, negá-las, fingir que não existem, ou esperar que se dissipem naturalmente, é uma boa receita de fracasso.




segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Pensando alto...

Estava jogando pensamentos fora, assim como jogar conversa fora consigo mesmo, ao assistir mais uma das propagandas institucionais de governo. Neste caso era do governo do Paraná, mas o que vou dizer vale para qualquer Estado e principalmente para o governo federal.

A pergunta que me fiz foi sobre a quem e em que medida estas propagandas sensibilizam? Normalmente são aborrecidas e previsíveis, a criatividade parece ter ficado nos limites da obtenção da conta e só. Ora, um governo mostrar, com alguns enfeites não muito vistosos, o que está fazendo, ou seja, sua obrigação apenas, é algo atraente? Ou seria só uma prestação de contas dispendiosa a quem o elegeu? 

Ai fico pensando; estão usando o meu dinheiro para me mostrar como estão trabalhando? Será que estas ações não teriam mais eficácia, até eleitoral, se fossem ampliadas usando esta verba, e que aqueles que fossem beneficiados por elas percebessem na melhoria de sua qualidade de vida o efeito delas? 

Bem, como disse, só estava jogando conversa fora, deixa prá lá, eu só pensei alto...


domingo, 12 de agosto de 2012

Quando não é suficiente...

Tem vezes na vida em que vem a constatação de que você não foi suficiente. Pode ser um esforço que não foi suficiente, pode ser um sentimento que não foi suficiente, pode ser uma expectativa de alguma coisa, que quando realizada, você percebe que não foi suficiente.

Não falo de empenho, não falo de sorte, não falo de vontade. Falo de suficiência. De atingir o resultado esperado, de cumprir o que você imaginava ser necessário e mesmo assim não ser suficiente.

Não falo de forças contrárias, não falo de disputa, não falo de conflito de vontades. Falo de suficiência. De mesmo com toda uma conspiração positiva, com tudo a seu favor, ainda assim não ser suficiente.

Não existem culpados nesta constatação, nem existem vencidos e vencedores, não cabem queixas, nem raiva, nem tristeza, nem desistência, nada além de não ter sido suficiente.




Bom dia amigos, feliz Dia dos Pais!

Feliz Dia dos Pais!



sábado, 11 de agosto de 2012

E tem disto também,, rsrsrsrs...

Ainda em homenagem aos queridos amigos, que muitas vezes tem que ser mágicos também..., rsrsrsrs


PARABÉNS!!!

Parabéns e sucesso sempre aos meus muitos e muito queridos amigos e amigas advogados!




Trecho de praia

Nas ruas e praças da memória o canto morno e triste se espalha como uma brisa de fim de verão. Sua cadência hipnótica embala o coração sonolento, separa realidades, e invade intimidades cansadas. 

Do mar do esquecimento, o vento traz o travo salgado de maresia e o cheiro da areia molhada. A tarde se fecha atrás das nuvens e o sol se retira relutante dando lugar aos mistérios da noite, saudada pelo coro impessoal das criaturas encantadas.

Na já muito distante e turva lembrança da praia deserta da nossa vontade, o ciclo se dá mais uma vez e a medida da vida se renova. Tudo está na medida, na régua incerta que rege certa o destino das coisas. 

As coisas são como são, sem explicação e sem razão além da própria razão de ser.



sexta-feira, 10 de agosto de 2012

UNIPA - Sinta-se bem!

UNIPA Performance - Sinta-se bem com seu corpo!


Aulas - Pump - Step - Alongamento - Abdomen




























Rua das Assucenas, 294 - Jardim Eliza I   - Foz do Iguaçu, PR

Fone: (45) 3529.7665

Aproveite o churrasco, mas vote consciente!

E segue a campanha. Segue morna e tediosa. A impressão que tenho é a de um profundo enfado do eleitor diante da mesmice de sempre. Tenho conversado com muita gente ligada diretamente ao processo, cabos eleitorais antigos e novos, e o comentário geral tem se resumido em dois pontos principais. 

O primeiro deles é a da passividade da população que não se mostra muito disposta a ouvir propostas e programas, principalmente de candidatos a vereador. Não saberia dizer se esta postura está ligada ao enfado que falei acima, associado ao bombardeio diário sobre os descalabros de políticos, ou se nada de novo está sendo mostrado nestas eleições. Acho que um pouco dos dois.

O segundo ponto é o da recorrente falta de dinheiro, que nestas, parece estar bem mais acentuada. Há não muito tempo, escrevi uma nota aqui neste blog, comentando que temos um novo eleitor que não se sensibiliza com as velhas práticas de fazer campanha de rua. Apesar de ainda existirem os inevitáveis churrascos, os jogos de camisetas de times de futebol e outras esmolas disfarçadas de “apoio” às comunidades carentes, estes “mimos” estão sendo recebidos com ceticismo e promessas de voto tão vagas quanto as promessas de campanha de alguns candidatos.

É justo. O “prometo trabalhar por Foz” está sendo respondido pelo “conte com meu voto e o da minha comunidade”, ambos vazios e sem muito futuro. Mas o aspecto positivo deste estado de coisas é o terreno ainda não arado, mas fértil, para o voto consciente. Cabe ao eleitor aproveitar os churrascos, os tijolos, usar as camisetas que lhes dão e votar em quem pode melhorar a sua vida, não nestes dois meses, mas nos próximos quatro anos. 

Não vote em quem acha que seu voto vale uma cerveja e um pedaço de carne, prometa o voto e não cumpra, pague na mesma moeda com que querem te comprar.

Pesquise, reflita, avalie enquanto come o seu churrasco, e vote com consciência em quem oferece mais do que isto e por mais tempo!




Nada

Nada nunca é como antes e nem pode. Nada é definitivo. Nada dura para sempre. Nada é tão forte que não possa ser tolerado. Nada é tão bom que não possa ser esquecido. Nada é absoluto. Nada é relativo. Nada pode ser tudo quando tudo passa a ser nada. 

Nada é divisível, só é espalhado. Nada pode ser juntado, só recolhido. Nada pode ser colado, só remendado. Nada do que é dito é esquecido, só arquivado sem acesso. Nada do que é sentido é esquecido, só não tem mais sentido. Nada é uma soma de parcelas de meios todos.

Nada é nada. Nada pode ser definido. Nada é só nada. Nada de mais. Nada mais. Nada.





quinta-feira, 9 de agosto de 2012

PETBRAZIL para quem se preocupa!

Se você se preocupa com eles, como eu me preocupo, leve a quem também se preocupa!

Nós, eu  e eles, recomendamos!

















Rua Tiradentes, 371 - Fone (45) 3523.6868 - Foz do Iguaçu - Paraná
Site: www.petbrazil.vet.br

Turismo - Projetos, Produtos e Consultores...

Por razões de ordem profissional, tenho pesquisado aqui na net sobre projetos na área de empreendimentos turísticos. Até aí, tudo normal, o curioso foi a quantidade de projetos e de empresas oferecendo assessoria a todo o tipo de custo.

Bem fui examinar as qualificações dos profissionais de algumas destas empresas, e salvo algumas honrosas e super qualificadas exceções, a grande parte pareceu-me ser formada por quase diletantes no segmento.

É inacreditável, que mesmo com toda a evolução do setor de turismo no plano internacional e até aqui no Brasil mesmo, a atividade profissional ainda é com confundida com o seu produto, e que todo mundo se sinta a vontade para dar palpites, conhecendo ou não do assunto. 

Formatar um produto turístico requer especialização na área, experiência e profundo conhecimento dos mecanismos que movem a atividade. Não se trata só de divulgação, e sim do que divulgar. Não basta um belo e inspirado projeto arquitetônico, uma bela localização em um destino reconhecido. 

É preciso ir mais fundo, avaliar capacidade de carga, infraestrutura, disponibilidade de mão-de-obra especializada, etc., não basta a vontade de um gestor público simpático ao tema e o senso de oportunismo politico de um órgão oficial qualquer em reconhecer alguma coisa como destino ou produto turístico.

Ou seja, amigos, ainda estamos de uma maneira geral, na fronteira entre o amadorismo entusiasmado e o tão desejado profissionalismo na área. 

Felizmente Foz do Iguaçu, apesar de alguns casos, ainda está a frente da maioria dos demais destinos, salvo aqueles tradicionais, só falta mais reconhecimento e mais vontade politica por parte poder público em todos os seus níveis, mas o caminho parece ser o indicado.